No maravilhoso mundo de G as ruas não são de ouro e nem de cristal, mas de nuvens e paz, um mundo só seu, onde as pessoas são o que são e são legais, que não as admirem ao extremo mas que também não as menosprezem, que sigam seus objetivos sem precisar descontar suas frustrações e decepções nos outros, que não os impressionem com coisas ruins e cuidem de suas vida ou que seja apenas como G. Pobre G, tão iludida, veio para o mundo que não era seu com as intensões do mundo passado e a cada passo se deparava com algo tão rude que a enojava, pobre garota embobalhada, achava que podia transformar esse mundo no seu e levou tantas pancadas sem estar preparada para cair, e continuou a prosseguir, achando que seus discursos motivacionais serviriam para algo, que a vida era uma graça e que um dia as pessoas iam enxergar o mundo assim, tadinha, logo logo não duraria ali. Foi quando descobriu as lagrimas, as magoas, as decepções, as frustrações e tudo que há de ruim, enxergou de perto faca...