E eu estou novamente me perdendo dentro de mim, caindo no abismo e me afundando até sufocar em minha própria melancolia. Me encontro novamente presa no limbo do meu vazio e no ápice da minha desilusão. E eu volto a ter medo, medo de encarar o obscuro e confuso eu, o meu querer e o meu poder, que não há nada, não me resta nada, nem mesmo a faísca da esperança de poder o que querer, apenas a vontade de querer ser. Eu não quero querer, e nem quero saber, já que não é para ter o que tanto se quer.