E a minha sina é se arrepender. Eu me arrependo até mesmo antes de fazer. Não é algo proposital é impulsivo, fazer algo que eu não resisto, para depois me arrepender de tudo aquilo. Eu me lembro de fazer e não fazer, e mesmo assim aquele erro vou cometer, o erro que é errado na minha mente, e no final de tudo tão demente, eu acabo triste sem saber. Me arrependo mesmo, de todos os meus pecados e medos, de tudo aquilo que introduziram sem receio, o que era certo ou motivo de desprezo. Eu me sinto até mesmo duas, uma santa e pura, que anda entre as pessoas, esbanjando doçura, a garota certa que de fato sou. Mas a outra escondida, passa por todas aquelas portas vazias, e no escuro se revela amiga, a mais doce e singela das inimigas, das personalidades sem fim, promíscuo como ela, dissimulada mas sempre bela, sabe o que quer na hora dela, e faz sem pensa todas as suas esperas. Ela é velha, na minha mente sempre esteve ali, mas agora tão liberta, não me deixa mais seguir. Prazer,...