Se eu pudesse, eu viveria com um livro na altura do meu rosto como se fosse uma placa bem grande de "NÃO PERTURBE".
Percebi que eu gosto de falar com as pessoas, socializar, mas não me envolver, conversas superficiais, momentâneas, sem aprofundamento ou obrigações, é a melhor relação que você poderá ter com um ser de sua especie, quando barramos a linha da superficialidade é quando começam os problemas, os sacrifícios e os pensamentos.
Demorei para entender isso, eu não sou antissocial ou algo do tipo, eu não sou contra o contato com a humanidade, mas sou contra a intimidade, para isso, é necessário ser muito seletiva, e a quantidade é extremamente importante. Se você tem dois ou três pessoas na qual você confia ser intimo, já é um problema, um ou dois são o suficiente para isso.
Quanto mais pessoas, mais dores de cabeça, mais você se afasta de si e vive para os outros, mais você se sacrifica sem retorno e mais preocupações com o que o outro pensa.
Hoje, tive essa grande descoberta depois de me afastar de uma amizade "intima", e ao invés de me sentir extremamente mal por isso, me senti livre, pareceu que um peso saiu de minhas costas, o único desconforto é ter que encarar a pessoas, ouvir murmurinhos sobre seu nome e o vitimismo, mas enquanto ao que pensa sobre mim, não me importo mais, enquanto a luta para manter a amizade, já não tenho essa necessidade, então percebi, andei tão cheia de raiva e remorso em todo esse tempo por manter muitas pessoas ao meu redor como se fossem mais importantes do que deveriam ser.
Esse é meu grande erro, que andei errando por toda minha vida, achar que precisava de pessoas no plural em minha vida, pensar que deveriam mantê-las, quando na verdade, a saúde esta na superficialidade, na conversa jogada fora de vez enquanto sem envolvimento, no riso raso momentâneo, em um bom dia sem querer saber sobre sua vida e um boa tarde apenas esperando por historias hilarias e piadas rápidas, sem boas noites todos os dias e sem sentir falta da partida. Esses detalhes, essas preocupações, esses interesses, guarde para uma ou duas pessoas somente, no máximo, e aquelas que realmente valem a pena, que te compreendem, que falem a mesma língua que você, que se importa tanto quanto você, nem mais, nem menos, o mesmo afeto.
Apenas deseje a sintonia, a igualdade, a certeza, guarde sua energia para manter a sutileza, não desgaste sentimentos com números, mas com o singular.
As pessoas são como a água mar, você pode adorar estar no fundo, olhar os peixes, sentir os moluscos, mas seu lugar é na superfície, você precisa respirar.
Mantenha-se sempre próximo da superfície.
Percebi que eu gosto de falar com as pessoas, socializar, mas não me envolver, conversas superficiais, momentâneas, sem aprofundamento ou obrigações, é a melhor relação que você poderá ter com um ser de sua especie, quando barramos a linha da superficialidade é quando começam os problemas, os sacrifícios e os pensamentos.
Demorei para entender isso, eu não sou antissocial ou algo do tipo, eu não sou contra o contato com a humanidade, mas sou contra a intimidade, para isso, é necessário ser muito seletiva, e a quantidade é extremamente importante. Se você tem dois ou três pessoas na qual você confia ser intimo, já é um problema, um ou dois são o suficiente para isso.
Quanto mais pessoas, mais dores de cabeça, mais você se afasta de si e vive para os outros, mais você se sacrifica sem retorno e mais preocupações com o que o outro pensa.
Hoje, tive essa grande descoberta depois de me afastar de uma amizade "intima", e ao invés de me sentir extremamente mal por isso, me senti livre, pareceu que um peso saiu de minhas costas, o único desconforto é ter que encarar a pessoas, ouvir murmurinhos sobre seu nome e o vitimismo, mas enquanto ao que pensa sobre mim, não me importo mais, enquanto a luta para manter a amizade, já não tenho essa necessidade, então percebi, andei tão cheia de raiva e remorso em todo esse tempo por manter muitas pessoas ao meu redor como se fossem mais importantes do que deveriam ser.
Esse é meu grande erro, que andei errando por toda minha vida, achar que precisava de pessoas no plural em minha vida, pensar que deveriam mantê-las, quando na verdade, a saúde esta na superficialidade, na conversa jogada fora de vez enquanto sem envolvimento, no riso raso momentâneo, em um bom dia sem querer saber sobre sua vida e um boa tarde apenas esperando por historias hilarias e piadas rápidas, sem boas noites todos os dias e sem sentir falta da partida. Esses detalhes, essas preocupações, esses interesses, guarde para uma ou duas pessoas somente, no máximo, e aquelas que realmente valem a pena, que te compreendem, que falem a mesma língua que você, que se importa tanto quanto você, nem mais, nem menos, o mesmo afeto.
Apenas deseje a sintonia, a igualdade, a certeza, guarde sua energia para manter a sutileza, não desgaste sentimentos com números, mas com o singular.
As pessoas são como a água mar, você pode adorar estar no fundo, olhar os peixes, sentir os moluscos, mas seu lugar é na superfície, você precisa respirar.
Mantenha-se sempre próximo da superfície.

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