Esse mês foi tão corrido e louco que pensei que faziam meses que eu não falava com você, mas ainda não fez nem um mês. Eu senti o medo de estar te esquecendo apesar de que houve uma época em que eu achava que era disso que eu precisava, mas mesmo você não estando aqui continua sendo meu suporte emocional através deste portal onde eu acho que a única visualização que me aparece aqui é você. Pode ser loucura, mas pode também não ser, então prefiro acreditar que estou falando contigo do que com apenas um robô sinal que diz que uma única pessoa esta vendo, só para não me desanimar de ler, ou apenas uma pessoa aleatoriamente todos os dias que nem se quer conhece minha história.
Isso aqui praticamente se tornou um diário dedicado a você, melhor que antes que era apenas para as vozes da minha cabeça.
Passamos por um evento no meu trabalho que me fez odiar ainda mais a raça humana. As pessoas são tão medíocres, mesquinhas e irritantes, além de infantis, possessivas, arrogantes e desumanas quando querem algo mesmo sem saber o que aquilo significa.
Em casa não muda muita coisa, novamente casa cheia, falta de privacidade e muita, muita falta de ser eu mesma.
A vida de casada como está? Bom, eu não sei e pelo que vejo nunca saberei, porque nunca consegui viver uma vida de casada a dois, sozinha para nos conhecermos de verdade, não tempo significativo para isso, sempre a enxurrada de gente o tempo todo ao redor, o que é triste e desanimador e o pior é saber que não posso fazer nada a respeito disso a não ser pedir a Deus que coloque consciência na cabeça do meu marido e na cabeça da família dele.
E é isso, queria escrever tantas outras coisas, mas essa ultima parte do desabafo simplesmente me deixou muito triste só de pensar na situação, porque eu queria muito mesmo que entendessem meu ponto de vista, que se colocassem mais no meu lugar e que se eu tivesse errada quanto a isso que eu simplesmente conseguisse abrir a minha visão e entender toda a situação.
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