Há dias em que deixamos todas as nossas defesas abaixadas, que derrubamos os muros e nossas destrezas e deixamos aquilo que mais tememos entrar.
Há dias em que nos deixamos possuir por sentimentos repulsivos que passamos a vida inteira negando e se esquivando para não sentir.
Há dias que preferimos beber o veneno, deixar-se destruir enquanto estamos embriagados pelas nossas próprias lagrimas.
Há dias em que somos gazelas suicidas caminhando para pastos de caçadores insanos prontos para atirar.
Há dias que paramos de pensar racionalmente e de viver o presente e começamos a nos sufocar por nossos próprios temores.
É doloroso...
Sentar e esperar o caos começar e não se importar mais com seu próprio reino.
Estamos todos sujeitos a um dia deixar-se matar.
Paramos de ouvir as melodias e ouvimos apenas o som desafinado do nada que possui nossa mente, ouvimos o tão temido silencio que sussurra no ouvido verdades que não queremos ouvir, silenciamos a beleza, a distinção, toda aquela modéstia que carregamos durante todo os dias atras de sorrisos falsos para nos encaixar em uma sociedade tão fugaz quanto destrutiva.
Há dias em que nos deixamos possuir por sentimentos repulsivos que passamos a vida inteira negando e se esquivando para não sentir.
Há dias que preferimos beber o veneno, deixar-se destruir enquanto estamos embriagados pelas nossas próprias lagrimas.
Há dias em que somos gazelas suicidas caminhando para pastos de caçadores insanos prontos para atirar.
Há dias que paramos de pensar racionalmente e de viver o presente e começamos a nos sufocar por nossos próprios temores.
É doloroso...
Sentar e esperar o caos começar e não se importar mais com seu próprio reino.
Estamos todos sujeitos a um dia deixar-se matar.
Paramos de ouvir as melodias e ouvimos apenas o som desafinado do nada que possui nossa mente, ouvimos o tão temido silencio que sussurra no ouvido verdades que não queremos ouvir, silenciamos a beleza, a distinção, toda aquela modéstia que carregamos durante todo os dias atras de sorrisos falsos para nos encaixar em uma sociedade tão fugaz quanto destrutiva.






Comentários
Postar um comentário