Eu sinto que não posso chorar, que preciso ser forte, não para os outro, e sim para mim, porque quanto mais eu vivo, mais percebo que ninguém se importa, e saber disso enquanto eu choro, saber o quanto são cruéis em me ver chorar e não me alentar como eu os alentei, me magoaria bem mais, como já me magoou.
Eu não preciso ver mais de uma vez para perceber isso, eu não preciso sofrer de novo o peso da verdade da frieza dos humanos, preciso me reservar e me matar sozinha, e tentar não chorar, porque se eu chorar, meus olhos ficarão inchados, e me perguntarão o porque, e não porque querem me ver bem, mas porque querem ter o que sair contando para os outros.
É triste não poder chorar, não poder extravazar toda essa tristeza que há dentro de mim, não poder me sentir confortável comigo, sentir minha alma me cutucar a cada minuto me lembrando do escuro que tem aqui.
Eu não era tão rígida, eu sei dar carinho, só tenho medo de não ser retribuída, com tantos venenos aprendi a me blindar, por medo de amar, me preservei para não sofrer, e hoje, em minha melhor relação não consigo ser fofa como um dia eu já fui, não por não gostar, mas por ter aprendido a não ceder.
Estou triste, eu vivo triste e não gosto dessa nova versão de mim. Tenho uma revolta incomum e um sentimento estranho que desconheço.
Não quero preocupar ninguém, até porque poucos se preocupariam, mas sinto que ninguém pode me ajudar, ou me salvar, apesar de ninguém querer.
Estão todos preocupados consigo mesmo que já nem importa mais os outros, e eu me importo com todos, porque sei o quanto eu aguento, mas não sei o quanto eles aguentam.
Então vou seguindo engolindo meu choro e enferrujando minha alma, recebendo as facadas agudas que os sentimentos são, me ferindo e aumentando cada situação e tendo que lidar comigo sem saber mais como sou.
Eu não preciso ver mais de uma vez para perceber isso, eu não preciso sofrer de novo o peso da verdade da frieza dos humanos, preciso me reservar e me matar sozinha, e tentar não chorar, porque se eu chorar, meus olhos ficarão inchados, e me perguntarão o porque, e não porque querem me ver bem, mas porque querem ter o que sair contando para os outros.
É triste não poder chorar, não poder extravazar toda essa tristeza que há dentro de mim, não poder me sentir confortável comigo, sentir minha alma me cutucar a cada minuto me lembrando do escuro que tem aqui.
Eu não era tão rígida, eu sei dar carinho, só tenho medo de não ser retribuída, com tantos venenos aprendi a me blindar, por medo de amar, me preservei para não sofrer, e hoje, em minha melhor relação não consigo ser fofa como um dia eu já fui, não por não gostar, mas por ter aprendido a não ceder.
Estou triste, eu vivo triste e não gosto dessa nova versão de mim. Tenho uma revolta incomum e um sentimento estranho que desconheço.
Não quero preocupar ninguém, até porque poucos se preocupariam, mas sinto que ninguém pode me ajudar, ou me salvar, apesar de ninguém querer.
Estão todos preocupados consigo mesmo que já nem importa mais os outros, e eu me importo com todos, porque sei o quanto eu aguento, mas não sei o quanto eles aguentam.
Então vou seguindo engolindo meu choro e enferrujando minha alma, recebendo as facadas agudas que os sentimentos são, me ferindo e aumentando cada situação e tendo que lidar comigo sem saber mais como sou.
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