Ela chega, educada com um sorriso estonteante, se apresenta como se fosse um dia de paz ti agraciando com um sol repleto de vitamina D. É solicita e seus olhos parecem calmos como o mar e seu jeito de se portar parece a brisa.
Mas quanto mais tempo se passa mais se revela sua intriga.
Seu sorriso outrora angelical se torna artificial e pessimista, sua postura doce parece de um manequim da pista, e seus olhos ti julgam como se fosse artista e então você percebe que o anjo era a capa da premissa.
Demônia, diaba, tudo você poderia ouvir sobre ela, seu corpo lento revelava o excesso de escárnio que vem dela, insuportável conviver com ela e por muitos instantes torce para nunca tê-la conhecido, é o mal disfarçado de alivio, tão agradável parece o ambiente horrível que antes dela era, para quando ela está, um mal em pessoa pode se falar.
E assim eu conheci a diaba, no sentido totalmente horrível da palavra na qual ela faz jus sem pensar.
Comentários
Postar um comentário