Estamos sempre em busca eterna de milagres, quando estamos assustados, mesmo sendo tão incrédulo, dentro da nossa mente existe aquele campo que chamam de esperança mas que não passa de uma espera por milagres, eu acho até que existe algum lóbulo cerebral dedicado somente a isso, ainda mais se você não acredita em Jesus Cristo ou outra entidade quaisquer.
Milagres nos movem, e talvez esse seja o grande milagre aqui, ser movido pela espera de um milagre que acaba te fazendo se mover, é interessante até de se ler, conseguir fazer acontecer.
Depois de toda aquela fase de intensidade a calmaria reaparece, eu sempre digo que essa calmaria sempre irá reaparecer, porque sua primeira aparição tenha sido quando a gente estava a nascer, mas o que eu quero dizer é que, depois de toda a loucura que passa por aqui, a calmaria enfim chega e a gente pensa assim: preciso de um milagre pra isso ali.
Estamos sempre em busca eterna de milagres, mas você já olhou para a chuva? Ela cai lá do alto de uma nuvem escura, uma molécula que poderia causar uma fratura, no córtex cerebral do lóbulo da esperança chamada milagre que tanto esperamos, sim, é alto demais e poderia muito bem causar isso sim, se a água batendo tão forte em uma pedra consegue quebrá-la assim, porque a gota da chuva que vem lá do alto não causaria algo assim? Eis um milagre ai. Muitos diriam que é ciência, outro criaram teorias do além, muitos explicariam a matemática, a física a equação que os convêm, mas eu, eu acredito no porém, mesmo que toda essas teorias sejam real, o real que elas são não deixa de ser impressionante, esplendido, interessante, uma gota d'água que vem em alguns instante naquela chuva estonteante, banhar meu semblantes sem machucá-lo também.
"O mundo acaba hoje eu estarei dançando, o mundo acaba hoje e eu estarei dançando, o mundo acaba hoje e eu estarei dançando com você,"


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