Eu sempre soube que as pessoas iam me magoar, mas sempre deixei rolar, o motivo, eu não saberia falar, talvez porque sempre quis saber do que são capaz, ou até onde iriam, e não me surpreendiam quando chegavam lá, parece que fico até o fim só para falar: eu disse que era assim que ia acabar.
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LIXO, LIXO, LIXO, LIXO, LIXO, LIXO, LIXO, LIXO, LIXO, lixo, lixo, lixo, lixo, tudo que escrevo parece um grande empilhado de material descartável que não serve nem para ser reciclado, mas mesmo assim eu gosto de "falar" e palavras digitas, porque escrita, seriam ainda piores com o adicional da minha letra horrível, mas como sou doida ainda me pego rindo ao pensar "quem sabe um dia eu consiga me sustentar só com a escrita", que sonho de menina egoísta que não quer trabalhar, só quer falar, falar e falar. Já pensou se em um futuro essas minhas escritas alguém um dia comece a estudar? E tentar desvendar e criar teorias que nem mesmo eu pensei que tinha dentro de toda essa porcaria, que maravilha seria essa historia boa de contar, que até depois do meu corpo apodrecido e comido por larvas ainda estão a falar da grande escrita idiota que eu comecei a digitar, mas por enquanto vamos dar o devido valor que essa hoje esta, um lixo total para começar.
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Eu já não escrevo mais como antes, quando tinha os pensamentos organizados, aquela certeza de que as palavras estavam bem encaixadas, agora vem a incerteza de que talvez o que eu escreva não sejam bem interpretada. Não diria que seja medo, eu só penso demais o tempo todo e crio textos incríveis dentro da minha mente, mas quando vou escrever, viram uma confusão louca.
Quando volto da academia andando, pelas ruas solitárias, eu penso sobre tudo, penso sobre o mundo e me sinto tão mal por não conseguir escrever tudo aqui.
Minha mente tá bloqueada, única razão para essa desgraça que acomete a minha mente escassa.
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Você é um filme horrível e clichê, que se arrasta pelos minutos como se fossem horas e em um navegador que, uma vez que clica para assistir, não é possível passar para frente ou sair dele. É daqueles filmes que as frases a gente já sabe, as cenas a gente já prevê, não é novidade nem para um telespectador de TV de 1991. Seus dramas e seus viés não combinam com a essência das palavras, são tão forçadas para um clímax que se espera incrédula e se escandaliza quando é certeira a previsão que se faz por algo tão fútil e escancarado que arrepia a espinha como uma unha arranhando o quadro escolar. Você é a perca de tempo inútil que é preciso falar perca e inútil na mesma frase para vê se sua futilidade é entendida, você é o pior erro da minha vida, o erro que não consigo me livrar. O filme de um grande mal gosto que não se sabe explicar. É cruel até deixar-te no mundo, queimar-te deveria para que ninguém se torture com seus segundos que com imagens perfuram os olhos e a intelectualidade de quem o vê, deveria ser pecado o fazer, logo de principio o erro foi começar, não de quem assiste mas de quem esta a falar, aquelas frases insensatas com cenas intrínseca que nem deveriam existir, a criação ai deveria ser condenada, na pior das cortes cruéis e estagnadas, para que sirva de exemplo para as outras editoras pacatas, não cometerem aquele pecado assim.
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Você é um filme horrível e clichê, que se arrasta pelos minutos como se fossem horas e em um navegador que, uma vez que clica para assistir, não é possível passar para frente ou sair dele. É daqueles filmes que as frases a gente já sabe, as cenas a gente já prevê, não é novidade nem para um telespectador de TV de 1991. Seus dramas e seus viés não combinam com a essência das palavras, são tão forçadas para um clímax que se espera incrédula e se escandaliza quando é certeira a previsão que se faz por algo tão fútil e escancarado que arrepia a espinha como uma unha arranhando o quadro escolar. Você é a perca de tempo inútil que é preciso falar perca e inútil na mesma frase para vê se sua futilidade é entendida, você é o pior erro da minha vida, o erro que não consigo me livrar. O filme de um grande mal gosto que não se sabe explicar. É cruel até deixar-te no mundo, queimar-te deveria para que ninguém se torture com seus segundos que com imagens perfuram os olhos e a intelectualidade de quem o vê, deveria ser pecado o fazer, logo de principio o erro foi começar, não de quem assiste mas de quem esta a falar, aquelas frases insensatas com cenas intrínseca que nem deveriam existir, a criação ai deveria ser condenada, na pior das cortes cruéis e estagnadas, para que sirva de exemplo para as outras editoras pacatas, não cometerem aquele pecado assim.




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